Creche Joelma de Bona · Paulo Lopes
Tem creche que é só prédio, e tem creche que tem nome, tem história, tem cara. Cada vaga aqui é uma mãe que volta a trabalhar e uma criança que começa a vida num lugar digno.
Cada vaga de creche é uma mãe que trabalha tranquila e uma criança bem cuidada. Primeira infância é onde tudo começa, e é por isso que creche, ônibus escolar e escola reformada não são detalhe de orçamento: são o orçamento.
Emenda de educação não vira slogan: vira parede levantada, carteira entregue e ônibus que busca a criança no interior. Estas são as maiores do mandato.
Tem creche que é só prédio, e tem creche que tem nome, tem história, tem cara. Cada vaga aqui é uma mãe que volta a trabalhar e uma criança que começa a vida num lugar digno.
Construção de um CEI novo na cidade. Fila de creche não se resolve com promessa de mutirão: se resolve com prédio construído.
Construção do NCE mais investimento na educação básica do município. Cidade pequena que decidiu tratar escola como prioridade, e encontrou quem bancasse.
No Alto Vale, a duzentos quilômetros de Tubarão: creche nova mais investimento na rede. Prefeito de cidade pequena bateu na porta e foi atendido.
Construção de salas de aula na rede municipal e infraestrutura do ensino fundamental. Sala nova é turma menor, e turma menor é professor que consegue ensinar.
Ônibus em Imbuia, micro-ônibus acessível em Pinhalzinho, veículo em Timbé do Sul, custeio do transporte em Painel e vinte abrigos de ponto em Braço do Norte. No interior, a distância é a maior causa de evasão.
Duas emendas de custeio para a educação de uma cidade que triplica no verão e precisa manter a escola funcionando o ano inteiro.
Treviso, Nova Veneza e o CEI Branca de Neve, em José Boiteux. Uma crise não espera, e a sala sensorial é o que devolve a calma para a criança voltar para a aula.
Do litoral ao Oeste, da serra ao Alto Vale. Estas são as cidades onde o mandato colocou dinheiro dentro da escola entre 2023 e 2026.
Valores somados de todas as emendas do mandato destinadas à educação em cada município.
Escola não precisa de uma coisa só. Precisa de prédio, de transporte, de material e de gente, e cada uma dessas frentes trava por um motivo diferente.
Paulo Lopes, Forquilhinha, Trombudo Central, Armazém, Brusque, São Domingos e José Boiteux. É a frente que mais devolve à economia: criança na creche é mãe no mercado de trabalho.
O dinheiro menos fotogênico e o mais necessário: manter a escola de portas abertas em Garopaba, Içara, Morro da Fumaça, Tubarão, Sangão, Morro Grande, Rio Fortuna e mais uma dezena de cidades.
O NCE de Sangão, salas de aula em Cocal do Sul, o atendimento escolar de Ituporanga, e a reforma da Henrique Buss em São Ludgero, da Basileu José da Silva em Imbituba, da Alberto Bordin em Jaborá, da Horizonte em Zortéa, da Gilberto Tavares em Bom Jesus e da Georgina de Carvalho em Brusque.
Ônibus em Imbuia, micro-ônibus acessível em Pinhalzinho, veículo em Timbé do Sul, custeio de rota em Painel e vinte abrigos de ponto em Braço do Norte. No interior, a distância é a maior causa de evasão.
Laboratórios para a Escola Frei Modesto e a EJA em Timbé do Sul, 285 kits de carteiras e cadeiras em Macieira e instrumentos de sopro em Santa Rosa de Lima.
Salas sensoriais em Treviso, Nova Veneza e no CEI Branca de Neve, em José Boiteux. E, na Assembleia, os projetos do segundo professor e do Protocolo de Inclusão de Alunos Autistas.